O Batom vermelho intenso e marcante tem sido a principal ferramenta de empoderamento ao longo de importantes momentos da história.

Na Idade Média, o batom foi proibido pela igreja católica, o seu uso se tornava algo imoral e ficava restrito apenas às prostitutas.

Só no reinado da rainha Elizabeth I em 1558 foi que ele chegou até à nobresa. A rainha tinha seu habitual estilo de maquiagem, a pele branca pálida e os lábios extremamente vermelhos e durante o movimento Sufragista, em 1912, Elizabeth Arden distribuiu 15 mil unidades para as apoiadoras que marchavam pelo direito das mulheres estarem ativas na política, podendo votar e serem votadas nos EUA.

Já nos cinemas, a estrela do cinema mudo Clara Bow foi a pioneira a apoiar o movimento Sufragista quando pintou seus lábios em forma de coração dando destaque a eles no cinema preto e branco. Em 1933 a Vogue declarou que o batom é o cosmético mais importante para as mulheres.

Já em 1946 a estrela dos cinemas Marilyn Monroe aparece nos cinemas tendo como sua marca registrada o batom vermelho, fazendo questão de passar mais de uma camada para garantir a intensidade do tom e, assim, se tornando um dos maiores símbolos sexuais da história do cinema.

E em suas primeiras aparições nos palcos, a musa Pop Madonna trazia novamente a febre do batom vermelho lá em 1980.

O batom vermelho sempre foi relacionado ao feminismo, a mulheres fortes e empoderadas! Gabrielle Bonheur Chanel, uma das mais brilhantes estilista francesa dos anos 20, conhecida mundialmente como Coco Chanel, já defendia a ideia de que “Uma garota deveria ser o que ela quisesse”, não à toa que o batom vermelho ainda causa um certo desconforto em muita gente…

Mas e aí?! Já passou seu batom vermelho hoje?

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