O primeiro AMOR que uma pessoa deve sentir é por si mesma, pois a partir daí construímos tudo ao nosso redor. É aceitar a si mesma independente da sua cor, biotipo ou orientação sexual. Existem ainda pessoas de orientação LGBT que não se aceitam, e se mantém por uma vida em relações forçadas e sem conexão por falta dessa aceitação.

Amor próprio também é quando descobrimos nossa essência, quem realmente somos, como lidamos com nossos monstrinhos internos para lidar com o dia a dia. O amor que você sente por seu parceiro(a), a empatia que sente por estranhos, suas realizações e conquistas. Tudo vem do autoconhecimento e conhecimento dos seus limites.

O que conseguimos sentir por nós mesmos, é o que nos transforma, pois quando aprendemos a nos amar, paramos de lutar contra nossos instintos, optamos por nos olharmos com sinceridade e não superficialmente, e aprendemos a nos ver com mais ternura, abandonando o julgamento e lutando pelo que é mais positivo.

Isso não está relacionado apenas com a nossa imagem, aparência e nosso corpo físico, porque para realmente criarmos uma autoestima elevada, precisamos capacitar os outros lados de nós mesmos para reconhecer nossos demais talentos. Se com tudo isso você ainda não conseguir perceber o que te torna especial, tente entender que sua singularidade é essencial no seu círculo de convívio e pode refletir muito mais além. 

Acredite no poder transformador do amor próprio. E acredite que esse poder transformador está dentro de você!

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