“Ela entrou em pânico porque seu corpo continuava paralisado e os seres simplesmente atravessaram a parede e vieram ao seu encontro”

Seria uma noite como outra qualquer para uma moradora de Gaspar, no Vale Catarinense. Mas não foi. Esse caso que vou relatar agora aconteceu em julho de 2018, mas só agora pode ser divulgado. Era aproximadamente duas horas da madrugada quando Ana Laura acordou, no meio da noite, com uma forte luz iluminando seu quarto, parecendo ser dia.

Assustada, Ana tentava entender de onde vinha aquela forte luz. Mas, ao levantar da cama, sentiu seu corpo paralisado e percebeu que havia dois seres de forma humanoide, pequenos, cabeça desproporcional ao corpo, do lado de fora da janela observando-a.

Ela entrou em pânico porque seu corpo continuava paralisado e os seres simplesmente atravessaram a parede e vieram ao seu encontro. Ana Laura relatou que a luz aumentou de intensidade e, quando percebeu, tinha sido levada para dentro da nave dos seres.

Os seres tinham por volta de 1,5 m de altura, pele cinza, cabeça muito maior que a nossa e olhos grandes e escuros. Seus lábios eram finos e os braços longos, com apenas quatro dedos em cada mão.

Ana comentou que os seres a levaram até uma sala onde havia uma mesa metálica e vários equipamentos que lembravam uma sala de cirurgia de hospital. No local eles colocaram um cilindro em seu nariz e no ouvido, colocaram um instrumento redondo sobre seu peito e depois coletaram seu sangue com um tipo de instrumento que ao tocar seu braço retirava o sangue, mas não tinha agulhas.

Depois, outro ser entrou na sala e com um olhar simpático olhou para ela e frases começaram a vir em sua mente. O ser pediu para ela não ter medo, informou que ela havia passado por um procedimento para verificar a saúde dela e que gostaria de mostrar a nave dele para a moça.

Ana sentiu uma paz que não conseguia explicar, apesar de continuar a sentir medo, acompanhou o ser pela nave. Ela contou que as paredes eram de cor cinza metálico e não haviam lâmpadas, a luz era projetada da parede. As portas eram automáticas, elas abriam automaticamente, igual as portas de shopping.

Ela foi levada a uma sala grande, com equipamentos que pareciam telas com uma escrita estranha, haviam luzes e alguns botões. No local, o ser apontou para uma das telas e apareceu a constelação de Órion. Ele falou telepaticamente que o planeta deles ficava naquela constelação e que ela era vista daquela forma da Terra.

Depois, outro ser entrou na sala e em sua mente veio a mensagem que era hora de ir embora. Ana Laura disse que a vista começou a escurecer e seu corpo ficou pesado, ela não lembra o que aconteceu depois. Ana acordou e percebeu que estava deitada no jardim de sua casa e o dia havia amanhecido. Ela pensou inicialmente que havia sonhado, apesar de não saber como foi parar fora de casa.

Este caso está sendo pesquisado pelo Grupo de Pesquisa Ufológica de Santa Catarina (GPUSC) há alguns meses e apesar de haver outras informações relatadas pela testemunha, elas ainda estão em análise, mas em breve serão divulgadas. A pedido da testemunha, seu nome e endereço está sendo preservado.

Acompanhe minha coluna aqui no Paraíso do Improviso para saber os desdobramentos e mistérios desse caso.

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