“Levantei e fui ao quarto do meu filho, ele estava deitado de costas, descoberto e com sangue saindo do nariz”, relembra Paulo.

O relato descrito abaixo é surpreendente! Ele aconteceu no centro de Florianópolis, durante uma madrugada de novembro de 2014, mas só agora o caso veio à tona. O relato mostra que contatos envolvendo extraterrestres e humanos também ocorrem em centros urbanos.

Paulo morava na época no quarto andar de um prédio no centro de Florianópolis. E por estar no quarto andar, era costume deixar as janelas e portas da sacada abertas durante as noites quentes. Em uma destas noites, no começo de novembro de 2014, Paulo ouviu um barulho dentro do apartamento e pensou que fosse um dos seus filhos. Leia o relato completo abaixo:

“Acordei no meio da noite com um barulho vindo da cozinha do apartamento onde morava, olhei no meu relógio de pulso e eram 3h15min da madrugada. Logo pensei se tratar de um dos meus filhos, que tinham ido até a cozinha.

Morava com minha esposa e meus dois filhos adolescentes. Minha filha dormia no quarto que ficava nos fundos, antes de chegar à cozinha, e meu filho dormia no quarto da frente, ao lado do meu quarto, que também ficava na parte da frente e era o único com sacada.

Tínhamos o costume de dormir com a porta dos quartos aberta e, como a porta do meu quarto ficava quase em frente ao corredor que levava para os fundos, conseguia ter uma boa visão de parte do corredor.

Voltando ao barulho durante a madrugada, pensei em levantar e ver o que tinha causado o barulho, apesar de ter certeza que ele havia sido causado acidentalmente por um dos meus filhos. Estava deitado de lado e com a cabeça voltada para a porta, mas não conseguia me levantar, na verdade, não conseguia mover qualquer parte do corpo, era como se estivesse paralisado.

Olhando para porta, pude perceber um vulto no corredor escuro e tentei fazer um esforço muito grande para tentar pedir ajuda a quem pensei ser um dos meus filhos. Mas quando o vulto chegou na porta do meu quarto, percebi que ser tratava de um ser humanoide, alto, ele usava um tipo de roupa cinza, tinha uma cabeça grande, olhos negros.

O ser estava sendo iluminado por uma luz não muito forte que devia estar vindo da sacada do meu quarto, mas como eu estava com o corpo paralisado, não conseguia olhar para trás. No momento entrei me pânico ao ver aquele ser a poucos metros e também por não conseguir movimentar meu corpo.

O ser levantou um dos braços e estendeu em minha direção, com as mãos abertas. Pude notar que sua mão possuía apenas quatro dedos. E logo após percebi que aquele ser estava se comunicando comigo, ele não mexia os lábios, mas suas palavras estavam dentro da minha mente. Ele pediu para eu não ter medo. Ele não tinha intensão de me fazer mal. Com isso eu fiquei ainda mais apavorado, ainda mais depois de outros dois seres apareceram atrás dele. Eles foram em direção ao quarto do lado, onde dormia meu filho.

Eu tentava me mexer de qualquer forma, tentava gritar para pedir socorro, mas meu corpo não respondia aos meus comandos. O ser entrou no meu quarto e veio até o meu lado, chegou perto de mim e novamente se comunicou comigo dizendo que não era para eu ter medo, que eles não estavam ali para fazer mal. Que estavam ali para visitar meu filho.  E que logo tudo voltaria ao normal.

Então o ser retirou um objeto retangular da cintura e passou sobre minha cabeça e, logo após, foi em direção a sacada do meu quarto. Passou um tempo e de forma instantânea meu corpo retomou os movimentos. Olhei no meu relógio de pulso e eram 5h30min da manhã.

Levantei e fui ao quarto do meu filho, ele estava deitado de costas, descoberto e com sangue saindo do nariz. Acordei meu filho e o acompanhei ao banheiro para ajudar a estancar o sangramento no nariz. Meu filho comentou que não conseguia acordar, mas sentia a presença de alguém no quarto e teve a sensação de que algo estava entrado pelo seu nariz.

Ao questionar minha esposa e minha filha, durante o café da manhã, elas disseram que dormiram como uma pedra e não haviam notado nada de estranho durante a noite.

Busquei ajuda de ufólogos e foi identificado que os seres que tive contato são conhecidos como Greys. Meu filho realizou seções de hipnose e regressão e descobrimos que ele estava sendo visitado por estes seres e estavam sendo realizados procedimentos parecidos com exames médicos, mas não conseguimos saber o propósito. Nunca mais tive qualquer tipo de experiência deste tipo ou lembro que tenha tido.” 

                                                                                                                                                                  

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