Medo em excesso tem causado doenças psicológicas na população

O ano de 2020 foi difícil, todos tinham esperança que em 2021 a pandemia chegaria ao fim. Mas não foi isso que aconteceu! E essa angustia por não saber quando o coronavírus vai nos deixar de fato tem gerado problemas.

O termo “coronofobia” vem sendo utilizado para designar os impactos psicológicos e os prejuízos funcionais provocados nas pessoas em relação à covid-19. O medo da morte, de ficar gravemente doente, medo de contaminar outras pessoas, medo da situação econômica, de perder alguém e as mudanças nos hábitos da rotina, são fatores que vêm contribuindo para quadros de ansiedade, angústia, comportamento obsessivo, acumulação, paranoia, reações de evitação, sensação de desesperança e ideação suicida.

“As questões familiares, emocionais e financeiras tem abatido as pessoas e isso aguçou as ansiedades e preocupações. É compreensível sentir medo, mas o excesso acaba virando doença”, destaca a psicóloga Barbara Berwanger.

A profissional lembra que toda essa preocupação excessiva pode acarretar em um transtorno ansioso, onde se vive as consequências de um medo intenso e desproporcional, causando sérios prejuízos para a saúde mental.

Se você está sofrendo com essas situações, é aconselhável buscar auxílio psicológico para manter o pensamento positivo e equilibrar as informações com a realidade.

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