Avistamento de luzes estranhas no céu, esferas luminosas sobrevoando sua residência, sons estranhos, luzes misteriosas. Tudo isso era algo normal para o enfermeiro João Paulo, pois o mesmo presenciava estes fenômenos desde sua infância.

A partir de 2017 João começou a apresentar síndrome do pânico, sentia a presença de alguém em sua casa durante a noite e tinha sonhos estranhos com o que pareciam ser instrumentos cirúrgicos. E quando isso começou a ficar mais constante, por orientação médica, João buscou tratamento psicológico para tratar a síndrome de pânico e tentar também acabar com os sonhos e o medo noturno.

Após algumas consultas com um psicólogo, João começou a contar sobre aparições de luzes estranhas no céu, as esferas luminosas e demais fenômenos que o psicólogo entendeu estar relacionado a fenômenos ufológicos e indicou o contato de um ufólogo em Santa Catarina que poderia ajuda-lo com essas experiências.

Devido aos fenômenos estarem se intensificando, João Paulo aceitou realizar uma terapia de regressão para que pudesse ser verificado a origem da síndrome de pânico e também se os demais fenômenos vivenciados poderiam estar ligados a algum trauma do passado.

Durante as regressões, João Paulo descobriu que ele era abduzido por extraterrestres desde seus 15 anos e nos últimos 5 anos estas abduções começaram a ser mais constantes e também violentas e traumáticas.

João Paulo era tirado de sua casa durante a noite próximo às 2 horas da madrugada e era devolvido próximo ao amanhecer. Na nave eram realizados procedimentos médicos e exames, e em quase todas as vezes sem nenhum tipo de anestesia. Objetos metálicos minúsculos eram inseridos cirurgicamente em seu corpo e retirado meses depois em outras abduções.

João Paulo também descreveu a nave onde era levado e os seres. A nave tinha formato de disco, as luzes eram projetadas da parede, não haviam lâmpadas, o local da nave onde ficava era como se fosse um tipo de enfermaria, tinham instrumentos cirúrgicos e aparelhos presos ao teto que lembravam equipamentos que existem em nossos hospitais.

Os seres eram pequenos, em torno de 1,60 m de altura, tinham cabeça maior que o corpo, olhos grandes e não demonstravam qualquer tipo de sentimento. João Paulo ainda segue com tratamentos psicológicos, assim como, seu caso foi pesquisado pelo Grupo de Pesquisa Ufológica de Santa Catarina.

Este tipo de evento ocorre em vários pontos do planeta, com pessoas de todas as idades, sem escolher raça, religião, classe social. Nas pesquisas realizadas, identificamos que os seres descritos são os Greys, já conhecidos no ambiente ufológico por serem os protagonistas neste tipo de contato, a abdução.

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