Era verão de 2014 quando Adriana e seus amigos estavam passando as férias em Garopaba, no litoral sul catarinense. No dia 15 de fevereiro Adriana, com seus amigos, Juliana e Raul decidiram sair na madrugada e ir até a praia do Siriú em Garopaba para ver o nascer do sol sobre as dunas e registrar belas fotos.

Saíram da pousada onde estavam no centro de Garopaba às 4h da manhã e a previsão era chegar ao local de destino meia hora depois. E como previsto estacionaram o carro em um ponto da rua lateral as dunas, já na praia do Siriú.

Dunas do Siriú em Garopaba -SC

Cada um pegou uma lanterna e a intensão era caminhar pelas dunas até chegar ao ponto onde poderiam avistar o mar e assim observar o nascer do sol. Mas logo que subiram na primeira duna, avistaram uma forte luz vindo entre as dunas, uns 300 metros à frente.

Somente Adriana teve coragem de ir ao local, apesar dos insistentes pedidos de seus amigos de não ir ver o que estava gerando a estranha luz. Adriana precisou percorrer um trecho de 4 dunas, sendo que esta última era a maior delas e de onde poderia tentar avistar a estranha luz. E segundo Adriana, parecia que havia alguma coisa no fundo de uma das dunas, agora mais próxima dela.

Sem hesitar, ela continuou a andar rápido pela areia, já que na sua percepção, a luz estaria poucos metros a sua frente. E assim como havia imaginado, após caminhar por duas dunas, estava subindo a terceira a qual acreditava poder ver o que seria a luz estranha e que estava projetando uma forte luz.

Ante de chegar ao topo da duna, olhou em volta e não conseguia ver muito ao redor, devido ainda estar escuro, a não ser a estranha luz que estaria logo do outro lado da duna. Ao chegar no topo da duna, Adriana relatou que não podia acreditar no que estava vendo, aquilo era algo que ela nunca teria imaginado ver em toda a sua vida.

Ela acredita que a duna deveria ter uns 15 metros de altura, era muito alta e no fundo havia um objeto de formato oval, era pequeno, do tamanho de um automóvel. A luz era projetada do objeto, não havia refletores ou lâmpadas, era como se a luz viesse do que ela acredita ser a fuselagem do objeto.

Junto ao objeto haviam dois seres com cabeça grande e vestidos com uma roupa cinza, como se fossem uniformes e um deles tinha um tipo de bastão na mão e que estava apontando para a areia.

Adriana sentiu suas pernas tremerem, entrou em pânico, queria sair correndo dali, mas não conseguia se mexer. Então um dos seres olhou para cima e avistou Adriana, este fez um gesto para o segundo ser e ambos correram para dentro do objeto e o mesmo decolou, sem fazer qualquer tipo de barulho, sentido oposto ao local de Adriana e logo após seguiu em direção ao mar em uma velocidade extraordinária.

Desenho feito pela testemunha sobre o que avistou entre as dunas.

Adriana disse que ficou ali paralisada, não tinha forças para se movimentar, até que escutou o grito de seus amigos e conseguiu se movimentar e sentar na areia, pois lembra que estava um pouco tonta. Passados 10 minutos aproximadamente, seus amigos chegaram ao local e Adriana contou tudo o que havia presenciado no local, mas seus amigos não acreditaram na história da amiga.

Apesar da Adriana estar assustada, resolveram permanecer no local, porque estava clareando no horizonte e mais um pouco estaria claro e poderiam retornar. Ao começar a ficar claro, os amigos perceberam que Adriana estava com a pela muito vermelha, como se tivesse ficado exposta ao sol por muito tempo e então perceberam que algo de estranho tinha acontecido no local.

Exames médicos realizados no mesmo dia diagnosticaram que Adriana tinha sido exposta a uma fonte de calor que resultou em queimadura em toda a parte frontal do seu corpo. Entretanto o médico relacionou as queimaduras a uma longa exposição ao sol apenas.

O caso foi relatado a ufólogos apenas em 2019, onde as pesquisas do caso foram iniciadas.

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