Acredito que o desejo de muitas pessoas é enriquecer ou aumentar sua renda de forma significativa. Aposto nisso, pois me incluo neste índice e porque percebo que há milhares de pessoas que esperam ganhar na Mega-Sena ou ao menos enxergam esse jogo como uma das poucas oportunidades para alcançar esse objetivo.

Ao refletir sobre isso, me vem em mente várias situações. Porém a mais significativa no momento é a questão da prosperidade e da abundância. Pessoas e empresas prósperas e abundantes baseiam suas atitudes em duas principais ações: dar e receber. Por acaso já ouviu dizeres do tipo: “ o que se planta, colhe”? Pois bem , a prosperidade é bem isso: eu recebo do universo tudo aquilo que transmito e contribuo.

Em relação a esse assunto, ouvindo um grande empresário e escritor Caio Carneiro ( sugiro a leitura de seu livro “Seja Foda”), onde fala sobre sua história de vida e de como ficou milionário antes dos 30 anos, algo fez muito sentido para mim: O sentimento de Insatisfação! Pois bem sempre me senti insatisfeita com as situações pessoais e profissionais em que vivia e vivo e por inúmeras vezes, esta insatisfação foi confundida com ingratidão.

O legal disso tudo é que não sou única no mundo com esse pensamento. Sou muito grata pela vida que tenho, pela família que conquistei, pela minha trajetória profissional. Porém sou insatisfeita e me visualizei muito com a história de Carneiro, não pelo fato de termos a mesma idade, nem pelas condições financeiras, até porque falta muito para eu ser milionária. O que  me assemelha é essa síndrome da insatisfação positiva progressiva permanente. Como assim? Sim, é justamente essa insatisfação positiva, de querer algo melhor, de não me acomodar e de analisar todas as oportunidades a mim dada é que me sinto um pouco com o jeito Carneiro de ser.

E sabe de uma coisa? Acho que as pessoas e as empresas que almejam crescer, precisam urgentemente sair de suas zonas de conforto, quebrar alguns padrões, criar suas próprias oportunidades, empenhar-se, trabalhar muito. E é claro, não esquecer do essencial, dos valores familiares e entender que para que a prosperidade e a abundância sejam constância na vida pessoal e profissional, precisamos saber contribuir e agregar valor as demais pessoas que nos cercam.

E para você:

  • O que te move?
  • – Quais oportunidades tem deixado escapar por medo?
  • – Quais desculpas tem dado?
  • – De que forma contribui ao universo?
  • – Como sua empresa tem tratado o potencial humano?

Com carinho,

Ana Caroline!

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