Campanha Delivery Solidário é lançada no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos

Uma iniciativa de um jovem de Balneário Camboriú se transformou em um projeto social do Governo Federal. Estamos falando do ‘Delivery Solidário’, campanha iniciada no início da pandemia para arrecadar alimentos e itens de higiene sem que as pessoas precisem sair de casa. A proposta foi idealizada pelo estudante de direito Guilherme Cardoso, de 23 anos.

Inclusive nós mostramos essa campanha  aqui no site Paraíso do Improviso. Clica aqui pare rever!

A ideia consiste em uma espécie de ‘delivery reverso’, iniciada quando alguma pessoa realiza algum pedido em um restaurante. Na hora de receber, o entregador deixa o pedido e recolhe um item de higiene ou um alimento, que é levado para o restaurante. No local é feita a armazenagem das doações, que é recolhida pelas equipes responsáveis pelo projeto ou por voluntários de assistência social. Os itens são direcionados para centros de distribuição, depois seguem para famílias que precisam das doações.

O projeto arrecadou mais de duas toneladas de alimentos em Balneário Camboriú e se espalhou por outras cidades catarinenses e de outros estados, até chegar ao Conselho Nacional da Juventude (Conjuve) – órgão ligado ao governo federal. A proposta foi tão boa que acabou acatada para ser realizada em todo o país, com o apoio do Estado.

“Me senti obrigado a ajudar de alguma forma durante a pandemia quando li notícias sobre algumas pessoas que ficariam sem renda e sem ter o que comer durante o isolamento social. E aí percebi que é possível fazer uma corrente do bem ficando dentro de casa e contando com o apoio de quem precisa sair para trabalhar, como é o caso de entregadores e donos de restaurantes”, conta o estudante.

Para ser parceiro do Delivery Solidário em nível nacional basta acessar o site www.gov.br/mdh e preencher o formulário de adesão. O objetivo, assim como no processo local, é arrecadar e distribuir alimentos não perecíveis e produtos de higiene para famílias em situação de vulnerabilidade social e econômica.

Comentários